Por mais que a água da rede de abastecimento seja tratada, ela não chega completamente pura ao reservatório. Com o tempo, os elementos presentes na água formam uma espécie de lodo nas paredes internas da caixa d'água — e isso acontece mesmo quando não há cheiro ou qualquer outro sinal perceptível.
A limpeza deve ser repetida a cada 6 meses, conforme a RDC ANVISA 49/2013, independentemente de sinais visíveis.
O que acontece sem a manutenção
A falta de limpeza regular favorece pequenas fissuras, que podem evoluir para infiltrações graves — e as incrustações acumuladas tornam a manutenção cada vez mais difícil de fazer. Além disso, uma caixa d'água desprotegida pode ser invadida por pragas urbanas como baratas, ratos e pombos.
Os 3 passos de uma limpeza correta
O procedimento segue uma sequência simples, mas que precisa ser respeitada:
- Esvaziar o reservatório — nível de água abaixo de 20 cm durante a higienização, registros fechados antes de começar
- Esfregar o interior com pano ou esponja macia — nunca abrasivos, esponja de aço ou detergentes, que danificam a estrutura
- Reabastecer com água potável, vedar o reservatório e aguardar antes de retomar o consumo
Por que isso também é uma questão de saúde
Protozoários, bactérias e outros patógenos podem se proliferar na caixa d'água, principalmente quando há sujeira acumulada. Reservatórios abastecidos por poço artesiano têm risco ainda maior, já que nem sempre contam com monitoramento das autoridades sanitárias — a contaminação pode causar intoxicação alimentar, febre tifoide e gastroenterite.
Quando chamar um profissional
Reservatórios em locais de difícil acesso exigem treinamento específico para trabalho em altura e protocolos de segurança próprios. A e-SAN emite relatório do atendimento prestado e oferece modalidade contratual recorrente, que organiza o calendário de manutenção com antecedência.
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